Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo

OPrograma Nacional de Imunização do Ministério da Saúde prevê uma cobertura SELETIVA, que inclui as pessoas que não comprovarem nenhuma dose da vacina ou ainda que ainda estejam com esquema incompleto de vacinação. O objetivo é interromper a circulação viral e controlar a doença no País.

  • Esquema vacinal: para os adultos são duas doses na vida com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
  • Serão utilizadas as vacinas: tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba) e, para os adultos, também a vacina dupla viral (Sarampo e Caxumba).
  • Contraindicações para vacinar: anafilaxia em vacinação prévia, imunodeficiência e crianças menores que 6 meses.

Precauções

  • A vacinação deve ser adiada em vigência de quadro de doenças agudas febris moderadas ou graves, após uso de imunoglobulinas, sangue e derivados e uso de drogas imunossupressoras ou quimioterapia.
  • Recomenda-se que a gravidez seja evitada por 30 dias após a administração da vacina. Caso seja aplicada inadvertidamente, NÃO é indicada interrupção da gravidez, apenas controle e acompanhamento pré-natal.

A FEBRASGO reafirma sua orientação recentemente divulgada sobre recomendação (https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/841-sarampo-alerta-febrasgo) e reforça as seguintes orientações para vacinação:

Comprovação de vacinação e de rotina

O objetivo é alcançar e manter coberturas vacinais homogêneas, acima de 95%, nos diversos municípios, segundo o esquema:

  • 1 a 29 anos – Duas (02) doses da vacina tríplice viral, sarampo, caxumba e rubéola (SCR), intervalo mínimo de um mês entre as doses
  • 30 a 49 anos – Uma (01) dose da vacina SCR

Importante

  • Identificar os pacientes suscetíveis e efetuar a vacinação;
  • Na ausência de comprovação vacinal considerar a pessoa como não vacinada e imunizar conforme esquema preconizado;
  • Profissionais de saúde devem estar vacinados com duas doses, independentemente da idade;
  • Gestantes não devem ser vacinadas;
  • Puérperas e lactantes podem ser vacinadas sem restrições;
  • Após a vacinação de mulheres em idade fértil, o profissional de saúde deve orientar a paciente para aguardar um mês para engravidar.

A participação dos ginecologistas e obstetras é fundamental para a conscientização das famílias sobre a campanha e a segurança das vacinas.

Fonte: Febrasgo e Ministério da Saúde

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